Clínica Médica Sandiego
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Nossa Clínica, além de contar com uma estrutura moderna, confortável e bem equipada, tem uma grande preocupação no acolhimento e na boa relação médico paciente.
E foi com este propósito, que reunimos uma equipe multidisciplinar que pudesse cuidar de nossos pacientes com qualidade técnica, mas sem perder a sensibilidade e humanização no atendimento.
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Atendimento geral em Ginecologia
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Gildo Gonçalves Costa
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Flávia Gomes
Paciente
Tipos de Vacina
A origem do nome da Vacina BCG vem da sua composição, que contém Bacilo de Calmette-Guérin, e protege os recém-nascidos contra a tuberculose – uma doença grave, transmitida pelo ar, que pode atingir todos os órgãos do corpo, em especial os pulmões.
Apesar da vacina não ter 100% de eficiência na prevenção da tuberculose pulmonar, a vacinação em massa permite a prevenção de formas graves da doença, evitando a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar.
Esquema de Dose: Única.
- O que previne: Tuberculose.
- Indicação: Rotina a partir do nascimento até os 5 anos de idade. Pessoas de qualquer idade contactantes de portadores de hanseníase (lepra) e estrangeiros não vacinados que estejam de mudança para o Brasil.
- Contraindicações: Pessoas que apresentam quadro instável da resposta imunológica, recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam alterar a resposta imunológica do feto durante a gestação e bebês prematuros até que tenham 2 kg de peso.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: cicatriz característica e esperada, com até 1 cm de diâmetro, no local em que foi aplicada, como rotina, no braço direito. Cerca de 5% dos vacinados não apresentam a cicatriz pós-vacinal ou apresentam reação discreta. Nesses casos, não há recomendação de revacinação e esses indivíduos são considerados imunizados.
A resposta à vacina leva cerca de 3 a 6 meses, começando com uma mancha vermelha elevada no local da aplicação e evoluindo para pequena úlcera, que produz secreção até que vai cicatrizando.
– Reações comuns: febre e calafrios, mal-estar e dores musculares, úlceras com pouco mais de 1 cm ou que demoram mais tempo a cicatrizar, gânglios aumentados ou abscessos na pele e nas axilas.
– Reações incomuns: reações alérgicas, erupções cutâneas, dor nas articulações e disseminação do bacilo da vacina pelo corpo, causando lesões em diferentes órgãos.
– Reações raras: sangue na urina (hematúria macroscópica), contração da bexiga ou obstruções uretrais temporárias, infecções localizadas por BCG ou reações sistêmicas (incluindo hepatite ou pneumonia), febre acima de 39ºC, infecção sistêmica. É importante ressaltar que essas reações são raras e, quando ocorrem, devem ser notificadas ao serviço de vacinação que realizou o procedimento e ao Sistema de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinais. Além disso, esses casos devem ser acompanhados e tratados por profissional médico durante sua evolução, até a sua regressão.
A Vacina contra Febre Amarela protege contra a doença infecciosa transmitida por mosquitos vetores em locais rurais e urbanos. Ela é comum nas regiões tropicais da América do Sul e África.
- O que previne: Febre Amarela.
- Indicação: Pessoas a partir dos 9 meses de idade. Dose de reforço aos 4 anos de idade.
- Contraindicações:
Crianças abaixo de 6 meses de idade.
A Vacina contra Febre Amarela é contraindicada para gestantes, a princípio, mas a administração deve ser analisada conforme grau de risco, por exemplo, quando há surtos da doença.
Mulheres que estejam amamentando bebês com menos de 6 meses. Se a vacinação não puder ser evitada, é indicada a suspensão do aleitamento materno por 10 dias. Antes de tomar a vacina, converse com o pediatra.
Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.
Pessoas que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante (doença do sistema nervoso) no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.
Pessoas com câncer.
Pessoas com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).
Pessoas infectadas pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por laboratório.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor e sensibilidade no local da injeção, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, febre, irritabilidade, sonolência.
– Reações comuns: hematoma, vermelhidão, inchaço e endurecimento no local da injeção, dor nas articulações, náusea, erupções cutâneas, perda de apetite.
– Reações incomuns: tontura, dor abdominal, coceira.
– Reações raras: diarreia, rinite.
– Reações muito raras: anafilaxia, doença neurológica como encefalite e meningite, principalmente quando se trata de primeira dose e em idosos, doenças em órgãos-alvo (“viscerotrópica”).
A Vacina contra Gripe protege contra os vírus da Gripe (Influenza). Como os mesmos sofrem mutação rapidamente, todo ano é desenvolvida uma nova vacina.
- O que previne: Gripe | Influenza.
- Indicação: Todas as pessoas a partir dos 6 meses.
- Contraindicações:
Pessoas que apresentaram alergia grave (anafilaxia) a algum componente da vacina ou a dose anterior.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, dor muscular, mal-estar, cansaço, perda de apetite, irritabilidade, agitação, sonolência.
– Reações comuns: tontura, náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, dor nas articulações, suor excessivo.
– Reações incomuns: hematoma e coceira no local da injeção, erupção cutânea semelhante a urticária.
– Reações raras: aumento ou surgimento de gânglios próximos ao local de aplicação da vacina (linfadenopatia), reações alérgicas (incluindo reações anafiláticas), paralisia, inflamação do cérebro, síndrome de Guillain-Barré – caracterizada por fraqueza muscular de aparecimento súbito causada pelo ataque do sistema imunitário ao sistema nervoso periférico. Os sintomas iniciais são geralmente dor ou alterações de sensibilidade e fraqueza muscular com início nas mãos e nos pés.
A Vacina contra Hepatite A combate o vírus da hepatite A, uma doença que pode evoluir para a forma fulminante e até causar a morte.
- O que previne: Hepatite A.
- Indicação: Qualquer pessoa a partir dos 12 meses de vida.
- Contraindicações:
Ela é contraindicada para quem teve reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da injeção.
– Reações comuns: perda de apetite, sonolência, dor abdominal, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre, endurecimento no local da injeção.
– Reações incomuns: otite, sinusite, dor de garganta, rinite, tontura, erupções na pele, dor muscular, rigidez muscular, dor nas articulações (quadro semelhante à gripe) e insônia.
– Reações raras: diminuição da sensibilidade, dormências, coceira, calafrios, síncope vasovagal (desmaio). Esse evento adverso foi raramente notificado, com base em notificação espontânea, pós-comercialização. Esse tipo de evento geralmente está associado ao quadro de ansiedade/medo de injeção, conhecido como reação psicogênica.
A Vacina contra Hepatite A combate o vírus da hepatite A, uma doença que pode evoluir para a forma fulminante e até causar a morte.
- O que previne: Hepatite A.
- Indicação: Qualquer pessoa a partir dos 12 meses de vida.
- Contraindicações:
Ela é contraindicada para quem teve reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da injeção.
– Reações comuns: perda de apetite, sonolência, dor abdominal, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre, endurecimento no local da injeção.
– Reações incomuns: otite, sinusite, dor de garganta, rinite, tontura, erupções na pele, dor muscular, rigidez muscular, dor nas articulações (quadro semelhante à gripe) e insônia.
– Reações raras: diminuição da sensibilidade, dormências, coceira, calafrios, síncope vasovagal (desmaio). Esse evento adverso foi raramente notificado, com base em notificação espontânea, pós-comercialização. Esse tipo de evento geralmente está associado ao quadro de ansiedade/medo de injeção, conhecido como reação psicogênica.
A Vacina contra Herpes Zóster previne uma doença popularmente conhecida como “cobreiro” e suas complicações, como a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica, prolongada e de difícil controle.
Tanto a Herpes Zóster quanto a varicela (catapora) são causadas pelo vírus Varicela-Zóster.
- O que previne: Herpes Zóster (“cobreiro”).
- Indicação: Liberada para uso a partir dos 50 anos. Recomendada como rotina para maiores de 60.
- Contraindicações:
Pessoas com sistema imunológico enfraquecido; com alergia grave (anafilaxia) a algum dos elementos da vacina; pessoas com tuberculose ativa não tratada e gestantes.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor, sensibilidade, vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção.
– Reações comuns: hematoma, endurecimento no local da injeção, dor nas articulações, dor muscular, febre, dor de cabeça, erupções na pele.
– Reações incomuns: náusea, aumento ou surgimento de gânglios próximo à região do local da vacinação (linfadenopatia).
– Reações raras: erupção cutânea semelhante à urticária e urticária.
A Vacina Hexavalente acelular é uma vacina sêxtupla que inclui a Tríplice Bacteriana acelular (DTPa), a Poliomielite inativada (VIP), a Hepatite B (HB) e a Haemophilus influenzae do tipo B (Hib): DTPa-VIP-HB/Hib.
- O que previne: Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite por Haemophilus influenzae do tipo B, Poliomielite e Hepatite B.
- Indicação: Crianças a partir de 2 meses até 7 anos de idade, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Imunizações.
- Contraindicações: Ela é contraindicada para crianças a partir de 7 anos; crianças que apresentaram encefalopatia na semana seguinte à aplicação de vacina contendo componente pertussis e crianças que apresentaram anafilaxia a qualquer componente da vacina.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: perda de apetite, irritabilidade, choro anormal e inquietação (em crianças), dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação, febre maior ou igual a 38º C, cansaço.
– Reações comuns: nervosismo, vômito, diarreia,coceira, febre acima de 39,5°C, endurecimento no local da injeção.
– Reações incomuns: infecção do trato respiratório superior, sonolência, tosse, edema difuso do membro onde foi feita a injeção, algumas vezes envolvendo a articulação adjacente (reação de Arthus).
– Reações raras:
vermelhidão generalizada da pele (rash), reações alérgicas mais graves, bronquite, convulsões (com ou sem febre), dermatite, urticária, episódio hipotônico-hiporresponsivo (reação geralmente precedida por irritabilidade e caracterizada por palidez, perda do tônus muscular e perda da consciência. Apesar de angustiante, melhora sem deixar sequelas e não possui tendência a repetição em próximas doses).
Crianças que receberam vacinas contra coqueluche contendo células inteiras são mais propensas a sofrer reações envolvendo inchaço após a administração, em comparação com crianças que receberam vacinas acelulares. Estas reações se resolvem, em média, em quatro dias.
A Vacina HPV Quadrivalente é responsável por proteger as pessoas de um vírus tão comum que quase todos os homens e mulheres serão infectados por um ou mais de seus inúmeros tipos. O Papilomavírus Humano (HPV) é causador de verrugas genitais (ou condilomas) e lesões precursoras de alguns tipos de cânceres, dentre eles o câncer de colo de útero, da vulva, da vagina e do ânus.
- O que previne: Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas por alguns tipos de HPV: 6, 11, 16 e 18.
- Indicação: Mulheres a partir dos 9 anos e homens a partir dos 11. Confira as recomendações das principais autoridades!
- Contraindicações:
Pessoas com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina.
Pessoas com história de hipersensibilidade imediata grave a levedura.
Mulheres grávidas e pessoas que já tiveram anafilaxia após tomar uma dose da vacina ou a algum dos seus componentes.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, dor de cabeça.
– Reações comuns: erupção cutânea semelhante à urticária, coceira, náuseas, vômito, hematoma, febre.
– Reações incomuns: tontura, dor nas extremidades.
– Reações raras: broncoespasmo, pânicos e desmaios causados pelo medo da injeção, conhecidos como reações psicogênicas.
A Vacina Meningocócica B previne a meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B.
- O que previne: Meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B.
- Indicação: Crianças, adolescentes e adultos com até 50 anos de idade.*
- Contraindicações:
A Vacina Meningocócica B é contraindicada àqueles que apresentaram quadro de anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor, vermelhidão, inchaço, endurecimento e sensibilidade no local da injeção, dor nas articulações, dor muscular, sonolência, irritabilidade, choro incomum, náusea, vômito, diarreia, dor de cabeça, indisposição.
A sensibilidade no local da injeção pode ser severa a ponto de, nos bebês, causar choro ao manipular o membro onde recebeu a vacina. Nos adolescentes e adultos, pode resultar na incapacidade de realizar atividades normais do dia a dia. Essas reações locais não apresentam gravidade e são transitórias, não causando nenhum tipo de sequela.
– Reações comuns: erupções cutâneas (principalmente em bebês e crianças de 2 a 10 anos de idade).
– Reações incomuns: febre alta (maior ou igual a 40°C), convulsões (incluindo convulsão febril), pele seca, palidez (rara após a dose de reforço).
– Reações raras: doença de Kawasaki, que pode incluir sintomas como febre que dura mais de cinco dias, associada a erupção cutânea no tronco e, às vezes, seguida por descamação da pele das mãos e dedos, gânglios inchados no pescoço (linfadenopatia), olhos, lábios, garganta e língua vermelhos, erupção cutânea com coceira.
Essa é uma das vacinas que mais geram dúvidas. Afinal, quais as diferenças entre as Vacinas Pentavalente das redes pública e privada?
Na Vacina Pentavalente da rede pública, o componente pertussis (coqueluche) possui células inteiras. Na rede privada, ela é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras.
E o que isso significa? A eficácia e segurança de ambas é a mesma. A diferença está nas reações que, de acordo com estudos comparativos, são significativamente menores quando aplicada a vacina acelular da rede privada.
Além disso, é importante saber que existe uma diferença na combinação das doenças que elas previnem: enquanto a Vacina Pentavalente Acelular (rede privada) protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite (VIP), a Pentavalente Celular (rede pública) protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo be hepatite B.
- O que previne:Difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e Haemophilus influenzae tipo b.*
- Indicação: Crianças a partir dos 2 meses até os 7 anos de idade.
- Contraindicações:
Crianças maiores de 7 anos de idade.
Crianças que tenham apresentado encefalopatia (doença que afeta o funcionamento do cérebro) nos sete dias seguintes à aplicação anterior de alguma vacina que tenha o componente pertussis na sua composição.
Quem já apresentou quadro de anafilaxia a qualquer componente da vacina.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: perda de apetite, irritabilidade, choro anormal (em crianças) e inquietação, sonolência, reações no local da injeção, como dor, vermelhidão e inchaço.
– Reações comuns: sintomas gastrointestinais (diarreia e vômito), perda de apetite, febre, sensibilidade e endurecimento no local da injeção.
– Reações incomuns: infecções do trato respiratório superior, linfadenopatia, tosse, bronquite, coriza, rash (erupção na pele) e urticária, febre (acima de 39,5ºC), cansaço, edema difuso do membro em que foi aplicada a injeção, às vezes envolvendo a articulação adjacente (reação de Arthus).
– Reações raras: convulsões febris, coceira, dermatite, febre alta (acima de 40ºC), choro agudo ou incontrolável, inchaço das extremidades inferiores, reação alérgica grave, episódio hipotônico-hiporresponsivo (reação geralmente precedida por irritabilidade e caracterizada por palidez, perda do tônus muscular e perda da consciência. Apesar de angustiante, melhora sem deixar sequelas e não possui tendência a repetição em próximas doses).
É a vacina indicada para proteger contra doenças graves como pneumonia, meningite e otite em crianças, provocadas por 13 sorotipos de pneumococos.
Na rede pública, é oferecida a VPC10, que previne cerca de 70% das doenças graves como pneumonia, meningite e otite em crianças – ela será citada algumas vezes para que você não se perca nas informações sobre o calendário!
- O que previne:Pneumonia, meningite e otite.
- Indicação: De rotina para crianças a partir dos 2 meses e com menos de 6 anos de idade.
- Contraindicações: A Vacina Pneumocócica 13-Valente é contraindicada àqueles que apresentaram anafilaxia após usar algum componente da vacina ou depois de dose anterior.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: perda de apetite, irritabilidade, sonolência, sono agitado, febre, dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção (incluindo dificuldade de movimento).
– Reações comuns: dor de cabeça, diarreia, vômitos, erupção cutânea semelhante à urticária, febre acima de 39°C, endurecimento no local da injeção.
– Reações incomuns: choro, convulsões (incluindo convulsões febris), reação alérgica de pele importante, endurecimento/inchaço ou vermelhidão no local da vacinação maior que 7,0 cm, aumento ou surgimento de gânglios próximos à região do local da vacinação (linfadenopatia).
– Reações raras: reação de hipersensibilidade incluindo inchaço facial, falta de ar, broncoespasmo, episódio hipotônico-hiporresponsivo (fraqueza generalizada).
A Vacina contra Rotavírus combate infecções gastrointestinais causadas pelo Rotavírus, uma das principais causas de diarreia grave entre as crianças.
- O que previne: Diarreia causada por Rotavírus.
- Indicação: Bebês de 6 semanas a 7 meses e 29 dias.
- Contraindicações:Bebês fora da faixa etária indicada (6 semanas a 7 meses e 29 dias); com deficiências imunológicas por doença ou uso de medicamentos que causam imunodepressão (diminuição em grau variável da resposta imunológica); com alergia grave (urticária disseminada, dificuldade respiratória e choque anafilático) provocada por algum dos elementos da vacina ou por dose antecedente da mesma; e com doença do aparelho gastrintestinal ou história prévia de invaginação intestinal.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: febre, vômito, diarreia, irritabilidade.
– Reações comuns: otite, faringite.
– Reações raras: broncoespasmo, invaginação intestinal. De acordo com estudos científicos, a quantidade de casos de invaginação pós-vacinação é muito próxima da quantidade esperada em crianças não vacinadas, o que demonstra que o risco oferecido pela vacina é muito pequeno. Além disso, a ocorrência é muito menor que o risco de hospitalização ou óbito decorrente de gastroenterite causada pelo Rotavírus.
A Vacina Tetravalente Viral (também chamada de Tetra Viral) pode ser adotada para as 2 doses recomendadas pela Sociedade Brasileira de Imunizações, aos 12 e 15 meses de idade, oferecidas nas clínicas privadas de vacinação. Já no Programa Nacional de Imunizações (PNI), ela é disponibilizada apenas aos 15 meses de idade como segunda dose da Tríplice Viral combinada com a Varicela.
- O que previne: Sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
- Indicação: Uso adulto e pediátrico a partir dos 9 meses de idade. Indicada como rotina a partir dos 12 meses de idade, porém, em situações de surto ou epidemia, a primeira dose pode ser administrada a partir dos 9 meses de idade.
- Contraindicações:
Não devem tomar a vacina: gestantes; quem possui comprometimento da imunidade por doença ou medicação; histórico de anafilaxia depois de dose anterior da vacina ou a algum componente.
A maior parte das crianças com histórico de reação anafilática a ovo não tem reações à vacina. Ainda que a reação seja intensa, não existe contraindicação ao uso da Vacina Tetra Viral. Porém, é prudente que a aplicação seja realizada em ambientes hospitalares.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: vermelhidão no local da injeção e febre.
– Reações comuns: infecção do trato respiratório superior, erupções na pele semelhantes às do sarampo que geralmente aparecem de forma tardia (7 a 10 dias após a vacinação) e somem poucos dias depois, sem deixar sequelas. Podem ser seguidas de febre, por vezes acima de 39°C por 1-2 dias, além de dor e inchaço no local da injeção.
– Reações incomuns: otite média, aumento ou surgimento de gânglios próximos à região do local da vacinação (linfadenopatia), perda de apetite, nervosismo, choro anormal (em crianças), insônia, conjuntivite, bronquite, tosse, aumento da glândula parótida, diarreia e vômito.
– Reações raras: rreações alérgicas (incluindo reação anafilática), convulsões febris, inflamação dos testículos (orquite), dor e inflamação das articulações.
A Vacina Tríplice Bacteriana, também conhecida como dTpa, é uma vacina acelular do tipo adulto e previne três doenças.
- O que previne: Difteria, tétano e coqueluche.
- Indicação: Crianças a partir dos 4 anos, adolescentes, adultos e idosos.
- Contraindicações:
Aqueles que tiveram anafilaxia ou sintomas neurológicos provocados por algum componente da vacina ou após a aplicação de dose anterior.
-
Possíveis reações:
Crianças de 4 a 9 anos de idade:
Irritabilidade, sonolência, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço), cansaço.
Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade:
Dor de cabeça, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço), fadiga, mal-estar.
Reações comuns:
Crianças de 4 a 9 anos de idade:
Perda de apetite, dor de cabeça, diarreia, vômito, distúrbios gastrointestinais, febre maior ou igual a 37,5ºC (incluindo febre acima de 39ºC).
Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade: tontura, náusea, distúrbios gastrointestinais, febre maior ou igual a 37,5ºC, reações no local da injeção (como inchaço no local de injeção e abscesso estéril no local de injeção).
Reações incomuns:
Crianças de 4 a 9 anos de idade:
Infecções do trato respiratório superior, distúrbios na atenção, conjuntivite, erupções cutâneas, outras reações no local de injeção (como enduração), dor.
Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade:
Infecções do trato respiratório superior, faringite, aumento ou surgimento de gânglios próximos à região do local da vacinação (linfadenopatia), desmaio, tosse, diarreia, vômito, suor excessivo, coceira, dor e rigidez nas articulações, dor e rigidez muscular, febre acima de 39ºC, doença semelhante à gripe.
Reações raras: reações alérgicas (incluindo reações anafiláticas), convulsão (com ou sem febre), urticária, inchaço extenso do membro vacinado (reação de Arthus), fraqueza.
A Vacina Tríplice Viral é uma vacina atenuada que, assim como a Tetra Viral, combate o sarampo, entre outras doenças.
- O que previne: Sarampo, caxumba, rubéola.
- Indicação: Crianças, adolescentes e adultos. Idosos podem receber a vacina em situação de risco epidemiológico aumentado para essas doenças. Nesses casos, a recomendação deverá ser avaliada pelo médico. A vacinação é indicada como rotina a partir dos 6 meses de idade.
- Contraindicações:
A Vacina Tríplice Viral é contraindicada para gestantes, pessoas com baixa imunidade em consequência de doença ou uso de medicamentos, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.
A maior parte das crianças com histórico de reação anafilática a ovo não tem reações à vacina. Ainda que a reação ao ovo seja intensa, não existe contraindicação ao uso da vacina tríplice viral. Porém, é prudente que a aplicação seja realizada em ambientes hospitalares.
- Possíveis reações:
– Reações muito comuns: vermelhidão no local da injeção, febre maior ou igual a 37,5°C.
– Reações comuns: infecção do trato respiratório superior, rash cutâneo (erupção na pele), dor e edema no local da injeção, febre acima de 39,5°C, erupções cutâneas similares àquelas provocadas pelo sarampo.
– Reações incomuns: otite média, aumento ou surgimento de gânglios próximos à região do local da vacinação (linfadenopatia), perda de apetite, nervosismo, choro anormal (em crianças), insônia, conjuntivite, bronquite, tosse, aumento da glândula parótida, diarreia e vômito.
– Reações raras: dor de garganta, mal-estar, náusea, diarreia, vômito, reações alérgicas, convulsões febris. Em geral, a frequência das reações adversas da primeira dose da vacina é similar à da segunda dose. A exceção é dor no local da injeção, comum após a primeira dose e muito comum após a segunda.
A Vacina contra Varicela é uma vacina atenuada (feita com vírus vivos enfraquecidos) que protege contra a infecção causada pelo vírus Varicela-Zoster.
- O que previne: Catapora.
- Indicação: Crianças a partir dos 9 meses.
- Contraindicações:
Pessoas que apresentaram anafilaxia originada por qualquer dos componentes da vacina ou após dose anterior.
Gestantes também não são indicadas a tomar a vacina.
Aqueles que apresentam fragilidade do sistema imunológico, seja por doença ou tratamento imunossupressor, devem consultar um médico – na maior parte das vezes, as nocividades causadas pelo adoecimento são maiores que o risco apresentado pela vacina.
Pessoas em tratamento com corticoide em doses imunossupressoras devem consultar o médico para verificar o melhor momento de se vacinarem.
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Possíveis reações:
– Reações muito comuns: dor e vermelhidão no local da injeção, erupções na pele semelhantes às da varicela que geralmente aparecem de forma tardia (7 a 10 dias após a vacinação) e somem poucos dias depois, sem deixar sequelas. Podem ou não ser seguidas de febre, por vezes acima de 39°C por 1-2 dias.
– Reações comuns: rash cutâneo (erupção na pele), inchaço no local da injeção e febre foram relatados com frequência em estudos conduzidos em adolescentes e adultos.
– Reações incomuns: infecção do trato respiratório superior, sintomas semelhantes à rinite, faringite, aumento ou surgimento de gânglios próximos à região do local da vacinação (linfadenopatia), irritabilidade, cefaleia, sonolência, náusea, vômito, coceira, dores musculares e nas articulações, cansaço, mal-estar e febre alta.
– Reações raras:
conjuntivite, dor abdominal, diarreia, urticária, reações alérgicas (incluindo anafilaxia), convulsões, vasculite. Erupções mais severas na pele e Herpes Zóster. Uma tendência de maior incidência de dor, vermelhidão e inchaço após a segunda dose da vacina foi observada quando comparada à primeira dose.
Não se observou nenhuma diferença de perfil de reatogenicidade entre os indivíduos inicialmente soropositivos e os inicialmente soronegativos.
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